Em 2026 o IBS e a CBS aparecem no documento fiscal com alíquotas de teste — 0,1% de IBS e 0,9% de CBS. O objetivo declarado é validar sistemas, layouts e apuração antes da cobrança efetiva. É uma janela de preparação, e ela é curta.
Checklist para o varejo
- Revisar o cadastro de produtos: NCM e CEST corretos por item. A nova classificação tributária se apoia nessa base, e cadastro sujo vira rejeição ou tributação errada.
- Validar o emissor de NFC-e e NF-e em homologação com os grupos de IBS, CBS e IS preenchidos.
- Mapear as formas de pagamento e os prazos de recebimento — é a base para simular o efeito do split payment no giro.
- Conferir se o sistema consegue conviver com dois regimes na mesma apuração durante a transição.
- Conversar com o contador sobre o enquadramento: o efeito é bem diferente entre Simples Nacional e regime regular, principalmente na tomada de crédito pelo cliente PJ.
- Revisar contratos de longo prazo e tabela de preços — a formação de preço muda quando o crédito passa a ser amplo.
Um ponto que passa despercebido
Empresa do Simples que vende para PJ precisa olhar isso com atenção. No novo modelo, o crédito que o cliente consegue tomar depende do regime do fornecedor, e isso pode mudar a competitividade de quem vende B2B. Não é uma questão de software, é de estratégia comercial — mas o software precisa dar o número para a decisão.
Conteúdo informativo, atualizado em julho de 2026. Regras em transição mudam — confirme sempre com o seu contador e nas fontes oficiais.
Comentários 2
- Paulo H.Material de construção
Vendo pra construtora e pra pessoa física no mesmo balcão. Esse ponto do crédito do Simples me pegou. Vou levar pro contador.
- Equipe HR SoftwareEquipeSuporte
É exatamente o perfil que mais sente. Vale extrair o faturamento separado por tipo de cliente (PF x PJ) antes da conversa — o relatório de vendas por cliente já dá esse corte.